Lá ao "sul", ainda podemos vislumbrar esta imagem da secagem do peixe.
Terá hoje uma componente turística que não será de menosprezar, mas tempos houve onde este tipo de peixe - aberto e deixado ao Sol que o secava e possibilitava portanto a sua conservação - era uma presença constante nas mesas do Valado, por exemplo.
Sem arcas frigoríficas, era um modo cómodo e disponível para famílias onde os recursos económicos não abundavam.
Lembro que uma das minhas avós sempre tinha deste peixe seco numa gaveta da mesa da cozinha e depois...era lá chegar e comer tal qual estava ou...grelhar.
Passadas tantas décadas...transformou-se numa "relíquia" turística!

Boa Noite
ResponderEliminarComo desabafo finalmente consegui.
Em relação a esta relíquia, os turistas no meu entender ainda podem vislumbrar e cheirar essa mesma dita secagem com a dita nazarena ao pé (só que não vestida como mandou em tempos a tradição).
Um Abraço
Até Breve
Olá ISA.
ResponderEliminarPeço desculpa, mas houve aqui um contratempo com o Valado Nazaré Alcobaça e que só hoje consegui resolver...só a sua perseverança!
Sobre o peixe seco...se calhar já não é o que era!...
Abraço.